Além dos smartphones, milhares de outros produtos importados ilegalmente foram apreendidos
Publicado em 21/07/2026

Foto: PRF/Divulgação/ND Mais
Uma carga avaliada em pelo menos R$ 20 milhões, composta por iPhones 17, Samsung Galaxy S26 Ultra e milhares de outros produtos importados ilegalmente, foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal na tarde de segunda-feira (20), em Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina.
A Polícia Rodoviária Federal informou que os celulares de última geração estão avaliados em R$ 14,4 milhões.
A ação foi resultado de um trabalho integrado entre equipes da PRF de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.
A troca de informações e o monitoramento permitiram que os policiais identificassem e interceptassem a carreta.
A carga ilegal, escondida no veículo, não tinha nota fiscal e seria encaminhada ao mercado clandestino.
Durante a fiscalização, os agentes encontraram 900 iPhones 17, da Apple, e 832 smartphones Samsung Galaxy S26 Ultra, além de 2.500 relógios inteligentes importados.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, somente os mais de 1.700 celulares topo de linha apreendidos estão avaliados em mais de R$ 14,4 milhões.
Além dos smartphones e relógios inteligentes, a carreta transportava itens de alta complexidade regulatória:
A PRF afirma que toda a carga é de origem estrangeira e entrou no país de forma irregular.
O caso configura os crimes de contrabando, quando há importação de mercadorias proibidas ou sem autorização de órgãos reguladores, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e descaminho, relacionado à entrada de produtos permitidos sem o pagamento dos tributos devidos.
De acordo com a legislação brasileira, os responsáveis pelo transporte e pela receptação das mercadorias podem responder a penas somadas que podem ultrapassar nove anos de prisão.
Por se tratar de crimes de competência federal, a carreta e toda a mercadoria foram encaminhadas para a sede da Polícia Federal, em Itajaí.
Depois dos procedimentos legais, os produtos serão destinados à Receita Federal.
Fonte: ND+
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